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Edu – Manifestações Garciais

Notícias da Escola Estadual Doutor Garcia de Lima – 2013

Anfiteatro em Escolas

 






Na Roma Antiga, os anfiteatros foram adaptados dos teatros gregos para servirem aos combates de gladiadores, de animais selvagens e para diversas atrações públicas. Podiam ser até cheios d’água para espetáculos de combates navais. O mais conhecido e maior deles é o Coliseu romano.



Atualmente, nas escolas, os anfiteatros servem como palco para apresentações musicais, teatrais, entre outras. Apesar disso, a Escola Estadual Dr. Garcia de Lima, em São João del – Rei, possui

um anfiteatro o qual os alunos do turno da noite não usufruem. Segundo o vice-diretor Humberto Kennedy Bianchini, no local do anfiteatro ocorre um problema com a instalação de energia elétrica. “Há também projetos mais importantes para os nossos alunos a serem resolvidos. A escola está com um projeto novo

de construir um anfiteatro mais amplo e melhor do que o que temos”, afirma o vice-diretor.



De acordo com a coordenadora pedagógica Raquel Oliveira, o anfiteatro não tem iluminação suficiente. A coordenadora disse também que o professor de Educação Física não consegue ter o “controle necessário” sobre os alunos, e que o anfiteatro não é tão procurado pelos professores, por isso não houve as devidas melhoras.



Já a professora de Artes Rosana disse que o anfiteatro é um lugar ótimo para se desenvolver atividades de artes e outras matérias ao ar livre. A aluna Isabelly Miranda, do 1º ano do T.U, disse que o anfiteatro

é bom para conversar, ler e que, ao lado, fica o Espiribol, que devia também ser uma atividade na aula de Educação Física. Para a aluna Jéssica Vasconcellos, do 1º T.I B, o anfiteatro é bom para a interação dos alunos da escola e para apresentações de trabalhos escolares.



Apesar de o anfiteatro ser importante para apresentações e aulas dinâmicas, ele não é muito requisitado pelo turno da noite. De acordo com os alunos, eles gostariam que o anfiteatro fosse utilizado para praticar várias atividades.



VAN/ Marluce Michele, Rodrigo Alvim e Bruna Letícia 





Merenda escolar é sucesso no Garcia de Lima
 

A merenda da Escola Estadual Dr. Garcia de Lima é muito elogiada por diversos alunos. A comida é preparada, segundo os integrantes da escola, com muita dedicação e seguindo o gosto dos alunos.



Maria Aparecida de Ávila Silva, 54 anos, mais conhecida como Nega, é a cozinheira. Segundo ela, “é gratificante cozinhar para uma escola, sentir que os alunos gostaram do seu tempero”. Ela diz que já sente a alegria de

trabalhar na escola há quatro meses.



Isabela de Paula Barbosa, estudante do segundo ano do ensino médio, 18 anos, disse que a merenda é boa por causa do tempero da Nega. A comida que a agrada é o arroz temperado. Mas já aconteceu alguns incidentes

durante a merenda, como a presença de fios de cabelo na comida.



Humberto Kennedy Bianchini, 49 anos, é o diretor da escola na parte da noite. Nos demais turnos, ele é o vice-diretor. Ele contou como são selecionadas as cozinheiras para a escola. Segundo ele, “elas são selecionadas por meio de chamada pública, tendo como prioridade ao cargo as que tem maior tempo de trabalho”. Kennedy também contou como são elaborados os pratos: “ o cardápio é escolhido pela nutricionista da SEE (Secretaria Estadual de Educação) mas, sempre que possível, nós podemos incrementar com algo”, afirma o diretor.



VAN/ Larissa Lombello, Lucas Marcus, Victor Giarola





Investimentos em tecnologia auxiliam no aprendizado de alunos
 

A Escola Estadual Doutor Garcia De Lima atende alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação para Jovens e Adultos (EJA). Nos últimos cinco anos, a escola vem se adaptando ao uso de equipamentos tecnológicos. Segundo a direção, professores e alunos, a medida tem aumentado a qualidade do ensino ofertado.



No Garcia de Lima, a implantação das tecnologias em sala de aula foi um processo gradativo e que possibilitou maior sintonia com os professores e melhor aprendizado dos alunos. Segundo o diretor Humberto Kennedy, isto promove, além do acesso tecnológico, um contato humanitário. ”Não adianta o professor ter o amparo tecnológico se não souber usar o lado humanitário”, afirma o diretor.


“Vivemos em um mundo onde a tecnologia é uma realidade, não dá para imaginar o mundo hoje sem recursos tecnológicos que vieram facilitar nossa vida de um modo geral”, declara o professor de Educação Física Itamar Donizetti de Moura. Para ele, a chegada dos equipamentos melhorou o aprendizado dos alunos que tinham dificuldade em entender a aula tradicional, tornando a tecnologia um meio importante para a educação.



Os alunos afirmam que o investimento tem sido de grande importância para o aprendizado e apontam ainda que os recursos tecnológicos devem ser utilizados com mais frequência durante as aulas. É o que afirma a aluna Bárbara Patrícia, do 2º ano noturno. “ A escola tem se empenhado em nos proporcionar dinamismo dentro da sala de aula e, com isso, nós, alunos, mostramos mais interesse pelo conteúdo. Porém os recursos deveriam ser utilizados mais vezes, como a sala de multi-meios, que não usamos com frequência.”



VAN/ Rodrigo Romano





Alunos do Garcia reclamam sobre a falta constante de professores às aulas
 

Os alunos da E.E Dr. Garcia de Lima estão reclamando pelas faltas constantes dos professores nas aulas, pois estão perdendo os conteúdos das matérias e isso pode fazer falta na conclusão do semestre.



Procuramos a coordenadora da escola e ela nos prestou os seguintes esclarecimentos: “Normalmente, quando os professores faltam, eles deixam a atividade com a direção e, quando eles não mandam atividade, a supervisão

orienta os alunos a estudarem”.



Porém os alunos contestam. “Há faltas quase todas as semanas e, com isso, perdemos os conteúdos do dia”, disse o aluno Denilson Diego da Cruz, 17 anos, do primeiro ano.



Isso é um problema que afeta a escola e, diretamente, os alunos.”As faltas dos professores em minha sala são frequentes e isso está fazendo a gente perder os conteúdos da matéria. Seria melhor se houvesse mais compromisso”, declara o aluno Eduardo Santos, 16 anos, do segundo ano.



Perguntamos aos alunos o que eles acham que poderia ser feito quanto a essa questão e, além de falarem sobre a falta de compromisso, sugeriram: “ Eles deveriam arrumar outros professores para substituir”.



VAN Jessica Lopes Larissa Lombello e Taynara Guimarães



Chico, o porteiro
“Bombril”
O porteiro da E.E. Dr. Garcia de
Lima do turno da noite, Francisco Rodrigues Valle, mais conhecido como Chico,
tem 59 anos e há 11 trabalha na escola. Além de porteiro, Chico é mil e uma
utilidades, como o famoso “Bombril”.
 
Dentro e fora da escola, ele
trabalha há mais de trinta anos como pintor, encanador, pedreiro, balconista,
armador de laje, entre outras funções. “Faço porque preciso. Ninguém trabalha
porque gosta”. Segundo ele, dá para pagar as contas e a renda é sustentável.
 
O diretor da escola, Arnaldo,
disse que o trabalho que Chico faz na escola é extremamente importante para ele
e para os alunos. “Seu Francisco faz de tudo aqui na nossa escola. Conserta
pisos, pinta paredes e tudo que for preciso ele nos ajuda, além de ficar no
portão coordenando a entrada e saída de nosso alunos”.
 
Simão, um aluno que já está há
mais tempo no noturno, disse que é muito amigo de Chico e gosta muito dele. “Já
vi muitas coisas feitas pelo Chico aqui na escola, como o chão que ele pinta e
paredes também, além de ser porteiro” – disse o jovem.
 
Vimos que Francisco, o famoso
Chico do noturno, é realmente o “Bombril” da escola. E que ele continue sendo
essa pessoa alegre, amigável e prestativa.



VAN/Gabi Santos, Thalita , Karol Lopes e Bruna Emanuelle


 

 
Falta de educação sexual na Escola
 
Com a diferente mentalidade dos jovens de hoje, a
vida sexual começa mais cedo.  Nessa
hora, deve-se começar o diálogo com os pais sobre o assunto e o ambiente
escolar torna-se influente na formação psicológica desses adolescentes.
Conversamos com a aluna Bárbara Oliveira e a professora Ana Cristina de Resende
sobre o assunto.
 
“Eu sempre tive curiosidade sobre o assunto,
desde nova, mas meus pais nunca tiveram essa liberdade comigo. Sobre a primeira
menstruação, proteção e tipos de sexo, eu fui descobrindo aos poucos, ouvindo
dos meus amigos, o que nem sempre é bom” – afirma Bárbara,  de 19 anos estudante da escola Dr. Garcia de
Lima. Ela relata que já teve aula sobre
a orientação, mas  que acaba tendo
informações sobre o assunto com amigos. A estudante afirma, também, que conhece
sobre os métodos de prevenção  contra
gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, tais como anticoncepcional e
camisinha.
 
A professora Ana Cristina de Resende relata que
acha muito importante as aulas sobre orientação sexual e diz que sente a
diferença no comportamento dos alunos: “A grande maioria deles não têm
liberdade de conversar com os pais em casa e, havendo essa possibilidade dentro
de sala de aula, eles se informarão melhor sobre o assunto”. Ana ainda
ressalta que: “… essa matéria não faz parte do currículo, mas nada
impede que os professores falem a respeito.”
 
A partir dessas entrevistas, podemos concluir que deve ser implementada
uma disciplina sobre orientação sexual em todos os currículos, pois é de grande
importância para a
  formação da
mentalidade dos jovens.


VAN/Larissa Lombello, Gabi Santos, Taynara Guimarães e Jessica Lopes


 

Trilhão de Bichinho
 
Aconteceu, no final de semana dos dias 12 e
13, o Trilhão de Bichinho, que passa em cidades da região das Vertentes.
A largada se deu em São João del-Rei, passando por Resende Costa, com a chegada
em Bichinho. Inscreveram-se, para o evento, mais de quatrocentos atletas. Os
cem primeiros inscritos tiveram direito a troféus de participação. Os outros
trezentos tiveram a oportunidade de ganhar camisas do evento.
 
A trilha uniu comunidades, proporcionando
harmonia entre os trilheiros. Na opinião de Pablo Augusto, o evento foi
bastante emocionante, por promover o encontro de  centenas de atletas apaixonados por motos e
amantes do barulho: “adorei o encontro com os atletas que amam as motos e os
barulhos delas”.


VAN/Lucas Marcos


 

Artes Marciais


Estudantes do terceiro ano do Ensino Médio da
Escola Estadual Dr. Garcia de Lima falam sobre a importância do esporte
Muay
Thai
. O aluno, e também professor de do esporte, Gustavo Henrique Ventura
das Chagas, começou a praticar a arte marcial em 2003 com o objetivo de defesa
pessoal. No decorrer dos treinamentos, aprimorou suas habilidades técnicas e
também modificou seu conceito pessoal.
 
“Foi muito importante pra mim! Aprendi tanto na
técnica quanto no profissional” –  afirma
o professor. Gustavo ministra as aulas para mais de 200 alunos, com idade a
partir de sete anos e reforça que idade não importa para começar a praticar o
esporte.    
Em entrevista, o professor Itamar, de Educação Física, relatou que “o
esporte é uma manifestação da cultura e uma prática que leva ao lazer e
atração. Criticar o esporte não significa desvalorizar a sua aprendizagem, mas
sim, contextualizar a vivência de sua prática, pois esta não se restringe ao
domínio de suas técnicas”.



VAN/Conrado Augusto



Confira fotos das atividades feitas com os alunos da E.E. Dr. Garcia de Lima no Flickr.