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Quarteto Para o Fim do Tempo marca a reinauguração do Concertos no Solar

O evento conta também com uma mini palestra apresentação dos professores do departamento de música

Nos dia 2 e 3 de maio o Centro Cultural da UFSJ sedia uma série de apresentações para marcar a reinauguração do Concertos no Solar. No primeiro dia aconteceu a apresentação do “Quarteto Para o Fim do Tempo” de Olivier Messiaen das 18:00h ás 20:00h e no segundo dia uma apresentação com os professores do departamento de música da UFSJ. A iniciativa teve início no semestre passado, mas devido a algumas dificuldades só conseguiu retornar agora. De acordo com o professor Iura de Rezende, idealizador do evento, esse é um tipo de prática de bem comum em escolas de música.

Antes da apresentação do “Quarteto Para o Fim do Tempo” aconteceu uma pequena palestra realizada pelos alunos de música Gabriela Vieira e Julio Faccion. Júlio conta que a oportunidade de realizar a palestra surgiu da disciplina Tópicos em História da Música, ministrada pelo professor Iura de Rezende. Na disciplina, livros sobre diferentes períodos da História da Música servem como base de estudos e, a partir da leitura do livro For The End Of Time, da Prof. Dr. e Clarinetista Rebecca Rischin, o professor teve a ideia da palestra que fala a respeito da obra quando logo após é executado o “Quarteto Para o Fim do Tempo”, tema do livro.

Além da música a palestra tratou também sobre o compositor Olivier Messiaen, os momentos de composição da peça, circunstâncias de criação, de onde surgiu a inspiração e também alguns aspectos técnicos sobre a música. Júlio explica que a ideia da palestra e permitir que os ouvintes tenham uma melhor percepção da peça e que todos consigam perceber o discurso musical que Olivier Messiaen quis passar em seu Quarteto Para O Fim Do Tempo.

Essa é a primeira vez que o Quarteto Para O Fim Do Tempo será executado na região. A peça teve sua estréia em 1941 nos pátios gelados de um campo de concentração Nazista. O professor Iuza Rezende explica que, por sua carga histórica e por tratar do Apocalipse de João, se tornou uma peça no mínimo curiosa, mas também chama atenção para o fato de ser uma obra de arte única com grande importância para a história da música.

O estudante de música clássica Rodolfo Rogerio Mantovani conta que soube do evento pela UFSJ e que, sempre que pode, comparece aos eventos oferecidos na região. Rodolfo acrescenta também que adora música e considera este evento uma grande oportunidade para quem quer conhecer um pouco mais sobre a música clássica.

Iuza cometa que já está pensando nos próximos concertos e que, provavelmente, serão anunciados no final de maio.

Texto/VAN: Leonardo Emerson, Scarlet Freitas

 

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